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Rigidez Cognitiva: o inimigo oculto da inovação nas empresas

Você já se perguntou por que algumas equipes, mesmo com excelentes profissionais, simplesmente não conseguem inovar? Muitas vezes, a barreira não está na falta de recursos, tempo ou conhecimento. O verdadeiro obstáculo pode estar em algo mais sutil: a rigidez cognitiva . Neste post, vamos explorar o que é essa tal rigidez, por que ela está presente em tantas organizações e como combatê-la para liberar o verdadeiro potencial da sua equipe. O que é rigidez cognitiva? A rigidez cognitiva é a incapacidade de adaptar pensamentos, estratégias ou comportamentos diante de novas informações, cenários ou mudanças . Pessoas e equipes com esse traço tendem a insistir em padrões antigos, mesmo quando claramente ineficazes. E no mundo corporativo, isso pode ser fatal. Como a rigidez cognitiva se manifesta nas empresas? Veja se reconhece alguma dessas frases no seu dia a dia: "Sempre fizemos assim!" "Isso não vai funcionar aqui." "Essa ideia é boa, mas não é para a nossa ...

Diferença entre banco de dados, instância, schema, tablespaces e etc.



Vamos a um pouco de teoria de banco de dados. Tenho certeza que será muito útil para os universitários. 🙂

No mundo da tecnologia e gerenciamento de informações, os bancos de dados desempenham um papel vital. Um banco de dados, ou base de dados, é um conjunto organizado de registros que oferece a capacidade de reorganização e extração de informações. Normalmente, os registros em um banco de dados são agrupados para servir a um propósito comum.

A gestão de um banco de dados é tipicamente realizada por meio de um software conhecido como Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD). Exemplos notáveis de SGBDs incluem o Oracle, MySQL, SQL Server e PostgreSQL. É importante notar que, às vezes, o termo “banco de dados” é erroneamente usado como sinônimo de SGBD.

No contexto atual, o modelo de dados mais amplamente adotado é o modelo relacional, no qual as informações são organizadas em tabelas compostas por linhas e colunas.

Instâncias: A Máquina Cerebral do Banco de Dados

Quando se trata de servidores de banco de dados comerciais, eles são compostos principalmente por CPUs, espaço em disco e memória. No entanto, enquanto os dados reais do banco de dados são armazenados em discos, uma parte fundamental do servidor é a instância do banco de dados que reside na memória. A instância é composta por uma grande porção de memória alocada na área conhecida como Área Global do Sistema (SGA), junto com processos em segundo plano que facilitam a interação entre a SGA e os arquivos de banco de dados no disco. Em termos simples, podemos definir uma instância Oracle como a fusão de memória e processos que operam durante a instalação e uso do banco de dados.

Esquemas (schema): Organização Lógica de Dados

Os esquemas são representados por coleções de objetos pertencentes a um ou mais usuários do banco de dados. Isso pode incluir tabelas, sequências, índices e outros componentes. Em um banco de dados, vários esquemas podem estar associados a um único banco de dados.

Tablespaces e Arquivos de Dados: Estrutura de Armazenamento Lógico e Físico

Um banco de dados é armazenado logicamente em uma ou mais tablespaces, que, por sua vez, são armazenadas fisicamente em discos em um ou mais arquivos para cada tablespace.

Extensões: Gerenciamento de Espaço Lógico

As extensões representam o próximo nível de agrupamento lógico no banco de dados e existem em apenas um arquivo de dados. Cada extensão é composta por um ou mais blocos de banco de dados. Quando o espaço adicional é necessário em um banco de dados, ele é alocado na forma de uma extensão.

Tabelas: Unidades Básicas de Armazenamento

Podemos pensar em uma tabela como um documento no Excel, onde informações são organizadas em colunas e linhas. Essas informações podem incluir dados de clientes, como nomes, números de telefone, endereços e CPFs. As tabelas são a espinha dorsal de um banco de dados, e sem elas, um banco de dados não teria valor para uma organização.

Tabelas Relacionais: Modelando a Lógica de Dados

O modelo relacional é a base de muitos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBDs). Ele se baseia na ideia de que todos os dados estão armazenados em tabelas ou, do ponto de vista matemático, relações. Essa abordagem é teórica e fundamentada na lógica de predicados e na teoria dos conjuntos.

Neste artigo, exploramos os componentes essenciais que compõem o mundo complexo dos bancos de dados. Eles desempenham um papel crítico na coleta, organização e recuperação de informações, tornando-os uma parte fundamental de muitos sistemas de informação modernos.

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