Segundo Daniel Goleman (1995), criador do termo Inteligência Emocional, ela é pautada em cima de cinco habilidades pessoais: autoconhecimento emocional, controle emocional, automotivação, empatia e desenvolvimento de relacionamentos interpessoais.
Hoje já sabemos que é essencial ao ser humano olhar para esses cinco aspectos da inteligência emocional e estamos cada vez mais cientes de que são esses aspectos que fazem a diferença. Em um mundo em constante evolução dos processos de trabalho pautado em forte mecanização e automatização, permeados pela Inteligência Artificial e pelo Machine Learning, nos leva a valorizar ainda mais as habilidades puramente humanas, que comumente chamamos de Soft Skills.
Inteligência Emocional tem tudo a ver com soft skills (que é conhecido também como habilidades com pessoas e habilidades interpessoais). O profissional do futuro é aquele que sabe lidar com tudo aquilo que a máquina não é capaz de fazer, e isso recai principalmente sobre as relações humanas e sobre suas emoções.
E já que essa é uma habilidade a ser desenvolvida por todo profissional que quer estar alinhado com o futuro, o que dirá dos líderes, que possuem o papel de fomentar o desenvolvimento dessa habilidade em suas equipes. O líder do futuro é aquele que busca aprimorar essa habilidade e então criar ambientes propícios para que elas se propaguem.
Adicionalmente a evolução do trabalho humano, e todo o contexto de mundo que estamos presenciando, atualmente percebemos as seguintes transições:
- de “para mim” até “para todos”
- de “comando e controle” para “democrático”
- de “hierarquia” para “rede”
- de “material” para “holístico”
- de “centrado no ganhar coisas” para “distribuir coisas”
- de “centrado em sobrevivência” para “centrado em trabalhar e viver por propósito”
Nesse cenário, cabe ao líder encarar de frente esse movimento do “para mim” até o “para todos”. Não há mais espaço para uma liderança focada no indivíduo. Um líder do futuro deve cada vez mais atuar para todos e menos se focar em suas próprias questões individuais. Ao lidar com pessoas, o nosso indivíduo particular deve ser colocado de lado. E para isso focar em inteligência emocional é fundamental.
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